segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

BRUGES


BRUGES, UMA CIDADE DE CONTO DE FADAS

Até parece que os relógios pararam de marcar o tempo em Bruges. Seu charme se mantém intacto como se estivéssemos passeando pela Bélgica de alguns séculos atrás. Uma majestosa praça central iluminada por grandes candelabros, carruagens indo e vindo, ruelas estreitas com calçamento de pedras e canais bucólicos emolduram essa cidade medieval, romântica por natureza. Linda, como num conto de fadas. Tanto que seu centro histórico foi merecidamente tombado como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 2000 e logo depois, em 2002 ganhou o título de Capital Europeia da Cultura. Bruges chegou a ser uma das principais economias da Europa, entre os séculos XII e XV. A cidade era repleta de comerciantes vindos dos quatro cantos do mundo. Até que o rio, que ligava a cidade ao mar, foi assoreado e os navios ficaram sem acesso. Nisso, a cidade viveu um período como "A Bela Adormecida". E só acordou depois de 400 anos pronta para brilhar mais do que nunca e receber uma leva de turistas (que chega a ser assustadora).











Também é na praça central que fica o Campanário de Bruges, principal símbolo da cidade. Quer subir? Basta encarar uma pequena escadaria de 366 degraus para chegar ao topo, ter uma vista privilegiada da cidade e ver bem de pertinho o carrilhão e seu 47 sinos.



Na outra calçada, tem uma sequência de casinhas coloridas de quatro andares que até parecem de brinquedo. Atualmente, ali funcionam restaurantes e cafés. A arquitetura se mantém intacta com os frontões em degraus.






A prefeitura foi construída em estilo gótico flamejante, entre 1376 e 1420 e mostra o poder que Bruges ostentava na Idade Média.

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